A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu a quantia de R$ 48 mil em espécie, sem comprovação de origem legal, durante uma abordagem realizada na terça-feira (9) na rodovia BR-232, em Gravatá, no Agreste de Pernambuco. O montante estava escondido no interior de uma mochila e era transportado por duas mulheres, de 29 e 30 anos. Além da apreensão financeira, a equipe policial conseguiu recuperar o automóvel em que a dupla viajava, que possuía registro de crime.
A ação foi desencadeada por agentes da Delegacia da PRF de Caruaru com o apoio do Grupo de Operações com Cães (GOC). Os policiais realizavam uma fiscalização de rotina focada no combate à criminalidade no quilômetro 71 da rodovia quando decidiram ordenar a parada do veículo ocupado pelas suspeitas. Ao efetuarem a consulta dos elementos identificadores da placa e do chassi nos sistemas de segurança, os patrulheiros constataram que o carro havia sido furtado no dia 12 de maio deste ano na cidade do Recife.
Durante a vistoria minuciosa no interior do habitáculo, os policiais localizaram a mochila contendo os maços de dinheiro distribuídos em cédulas de diversos valores. Ao ser questionada sobre a procedência do montante, uma das passageiras argumentou que havia comercializado uma residência no município de Caruaru e que aquela quantia representava a entrada do pagamento do negócio.
No entanto, ela não apresentou nenhum documento ou comprovante que atestasse a transação imobiliária legal e alegou desconhecer que o automóvel utilizado na viagem era fruto de um crime.
Diante das inconsistências nas justificativas e da constatação do crime de receptação de veículo, as duas mulheres foram presas em flagrante e os valores foram recolhidos. A ocorrência, o dinheiro e o automóvel recuperado foram encaminhados para a sede da Delegacia de Polícia Civil em Vitória de Santo Antão, unidade que ficará responsável por conduzir o inquérito e investigar a real procedência do montante financeiro.
PRF apreende R$ 48 mil sem comprovação e recupera carro furtado com duas mulheres em Gravatá
Suspeitas de 29 e 30 anos alegaram que a quantia era o pagamento por um imóvel em Caruaru, mas não apresentaram documentos da venda.
































